quinta-feira, 27 de março de 2008

Um deles não

Três indivíduos foram julgados por crimes contra a humanidade.
Dois deles cometeram crimes.
Um deles, não.

Três indivíduos tiveram julgamentos por autoridades competentes.
Dois deles tiveram julgamentos justos.
Um deles, não.

Três indivíduos foram chicoteados e surrados.
Dois deles fizeram por merecer.
Um deles, não.

Três indivíduos tiveram que carregar cruzes.
Dois deles mereceram suas cruzes.
Um deles, não.

Três indivíduos agonizaram por causa de seu abandono.
Dois deles sabiam a razão de serem abandonados.
Um deles, não.

Três indivíduos conversaram durante o tempo que ficaram pendurados em suas cruzes.
Dois deles discutiram.
Um deles, não.

Três indivíduos sabiam que a morte estava vindo.
Dois deles resistiram a ela.
Um deles, não.

Um, Dois, Três indivíduos morreram nas três cruzes.
Três dias após, Dois indivíduos permaneceram na sua tumba.
Um deles, não!

[Autor desconhecido. Tradução de Cynthia Jacob Berzins]

terça-feira, 25 de março de 2008

O equilibrista

Era uma manhã de domingo, o parque estava cheio, as pessoas tinham aproveitado o dia de sol ameno para passear com suas famílias, deixar as crianças correrem e tudo o mais que se faz para aproveitar um dia bonito de verão.

De repente viu-se m alvoroço na praça, as pessoas se deslocavam para uma das esquinas, onde dois prédios gigantescos, distantes um do outro cerca de cem metros, testemunhavam a exibição de um velho equilibrista.

Ele havia estendido um cabo entre os prédios e começou a atravessar de um para o outro, cada vez de uma maneira diferente.

Na primeira vez o velho equilibrista atravessou com uma vara em suas mãos, fazendo aquele suspense, fingindo insegurança diante das rajadas de vento. A multidão aplaudiu efusivamente.

Na segunda vez o velho atravessou de olhos vendados. A multidão assoviava e cada vez mais pessoas observavam as proezas do velho.

Na terceira vez o velho passou com uma bicicleta de um lado par ao outro, a uma altura de dezesseis andares do chão. A multidão vibrava com todas as suas forças.

Ao completar a travessia com a bicicleta o velho estendeu de cima uma faixa que perguntava: vocês acreditam que posso fazer a próxima travessia com uma pessoa na garupa?

As pessoas gritavam e aplaudiam, ávidas por uma nova etapa do espetáculo.

Foi quando o velho estendeu outra faixa que dizia: - então subam, venham na minha garupa.

Nenhum espectador teve coragem de aceitar o desafio.

Quantas pessoas dizem crer em Jesus Cristo, aplaudem seus feitos, admiram sua sabedoria e coragem? Certamente muitas o fazem.

Quantas pessoas crêem o suficiente para seguirem na sua garupa?

E você, por que ainda não acredita em Jesus Cristo?

(Autor desconhecido)

sábado, 22 de março de 2008

Somos caminhos que Deus usa?

Senhor, do alto sei que vês melhor,
quanto mais se sobe, maior a visão;
Teus olhos abrangem a eternidade:
contemplam o sol em sua imensidade,
vêem o verme a se arrastar no chão.

Para que então ficar gritando ao mundo:
olha o que tenho, o que sei, que sou?
Se lá do alto vês o mundo todo,
Tu sabes, Senhor, onde eu estou.

Tu sabes por que vim ao mundo,
tens uma missão pra mim.
Nada mais falta que submissão,dizer ?
Ordena. Abrir o coração.
Ouvir a ordem e obedecer assim:
Sem importar a obra que a mim couber,
ou o lugar em que meu campo esteja.

Pode ser obscura minha atuação,
o que me importa é Tua aprovação,
ser tudo aquilo que queres que eu seja.

Talvez não tenha a sorte das estrelas
que belas cintilam, dando inspiração.
Talvez meu campo seja o mais mesquinho;
que me importa, se me tornar caminho
por onde passe a Tua compaixão?

Foram caminhos os servos do passado,
através de História um traço de luz:
Abraão, Moisés, José, Rute, Davi,
Jonas, Ester foram no tempo aqui
apenas caminhos em direção da cruz.

Os que vieram depois também são caminhos
por onde a graça de Jesus passou
em busca do oprimido e do aflito,
caminhos que se fundem no infinito
no Único Caminho que um dia me salvou.

Agora, Senhor, a minha prece:
eu quero a graça de participar,
se não posso ser um caminho brilhante,
faze-me atalho na serra distante
mas onde o mundo veja Teu amor passar.

Usa-me, Senhor, durante todo o tempo,
para que no dia em que voltar ao céu,
possa dizer-Te, com um sorriso doce:
- Nada fiz, nada ajuntei, eu nada trouxe,
na terra fui apenas um caminho Teu.

domingo, 2 de março de 2008

Tempo de chorar

“Tempo de chorar...”
Uma perspectiva bíblica do luto
“Há tempo para todo propósito debaixo do céu. Tempo de prantear e tempo de dançar” (Ec 3.1b, 4).

Fomos feitos para viver e viver em plenitude de vida, conforme nos ensina a Bíblia, desde primeiro capítulo do Gênesis quando Deus cria uma casa-jardim para o primeiro casal. Até o Apocalipse, passando especialmente pelo ministério de Jesus, todo o Novo Testamento aponta para a valorização e celebração da vida humana (cf. Jo 10.10b; Mt 4. 23.24 etc). Por isso sabemos fazer uma festa, reunir os amigos, celebrar a alegria.

Já a morte, bem... não fomos feitos para a morte, entretanto, com o advento do pecado (Gn 3), sofremos o castigo da finitude. Mas como enfrentar a perda, a separação de quem a gente ama? É fato que na mesma proporção em que sabemos organizar uma festa para celebrar a vida, de igual modo não sabemos devidamente como enfrentar a perda e viver o luto! Como viver coerentemente e também biblicamente esses momentos? É em torno destas questões que nos deteremos a seguir, objetivando que a Palavra de Deus, supremamente, nos oriente a viver sabiamente essa difícil e delicada situação.

UM SERVO DE DEUS FICA DE LUTO OU CHORA DIANTE DA MORTE?

Por mais que aparentemente sejam absurdas estas questões, elas se justificam em função de muitas pessoas acreditarem e defenderem, convictas de estarem corretas, de que um servo de Deus não chora – ou não deveria chorar – em face ao falecimento de alguém.
Mas, como agir diante da morte ou como enfrentar a perda de alguém que a gente ama? Um cristão ficaria enlutado ou deveria guardar luto?

Luto, segundo nossos dicionários, é um sentimento de dor ou pesar pela morte de alguém. Compreendendo assim, como um servo de Deus não ficaria de luto, se ele também enfrenta a morte de pessoas a quem ele ama? Além disso, como não honraria a memória daquele que partiu, guardando por um tempo, abster-se de certas práticas e comportamentos?

A Bíblia possui várias passagens que menciona luto, isto é, sofrimento e pesar pela morte de alguém querido. Vejamos alguns destaques no contexto do Antigo Testamento.
1. Abraão, o maior dos patriarcas, o “pai de nossa fé”, chora a morte de sua esposa Sara (Gn 23.2);
2. José lamenta a morte de seu pai, Jacó, por ele faz grande pranto e, com os egípcios fica de luto por mais de 70 dias... (vale a pena ler e meditar no texto de Gênesis 50.1-13);
3. Arão, o velho sumo-sacerdote, morre e a lamentação-luto de todo o povo de Deus por ele dura um mês (Nm 20.29).
4. No final do livro de Deuteronômio, lemos acerca daquele que foi o grande libertador do povo de Deus no Antigo Testamento, Moisés: “Os filhos de Israel prantearam a Moisés por trinta dias nas planícies de Moabe; e os dias do pranto no luto por Moisés se cumpriram (Dt 34.8).
5. Davi, “o homem segundo o coração de Deus”, chora e faz poesia para homenagear Jônatas, seu amigo, e Saul, o rei, embora este o tivesse perseguido, conforme lemos em 1Samuel 1.17-27. Também chora e fica enlutado por outras pessoas, como a Abner (2Sm 3.31-39), Absalão (2Sm 18.33) etc.

Chorar é da condição humana, é um atributo de nossa natureza feita pelo próprio Deus. Assim como rir é natural, também o é o ato de chorar. Como entender, pois, que em nossas igrejas, já tenhamos ouvido reprimendas a alguém que chora a perda de um ente-querido ou ensinos de que não devemos nos expor no lamento, pois isso “não seria um bom testemunho de um cristão”?
Viver o luto, aquele mais pesado nos tempos iniciais após a partida da pessoa querida, e mesmo o luto mais leve quando nossa alma já está mais serena em função do ocorrido, é uma experiência indispensável e fundamentada na Bíblia, como vimos acima, e também terapêutica, como ensinam profissionais de ciências humanas.

LAMENTO E LUTO NO NOVO TESTAMENTO

O que nos ensina ou menciona o Novo Testamento acerca da morte, do choro e do luto? Vejamos alguns textos, mesmo de maneira abreviada.
1. Uma das primeiras menções a choro e lamentação, devido à morte de pessoas, temos em Mateus 2.16-18, onde é narrado o assassinato das crianças feito por Herodes e o desespero de Raquel, que perde seus filhos. Embora seja um registro curto, revela-nos um quadro dramático de profunda dor e lamento.
2. Em Lucas 7.11-17, lemos sobre o choro da viúva de Naim, por causa da morte de seu filho, bem como a manifestação de solidariedade de Jesus, ao acolher e consolar a mãe e, sobretudo, ressuscitar o falecido.
3. Ainda em Lucas 8.49-56 temos o registro da morte da filha de Jairo e da grande lamentação que os presentes faziam. Jesus chega e diz a todos para não chorarem, pois a menina “não está morta, mas dorme”. Alguém poderia concluir aqui que Jesus não quer que a gente chore diante da morte, quando na verdade ele recomenda o cessar do pranto, pois vai transformar, naquele instante, a morte em vida.
4. Lucas faz ainda dois registros específicos de lamentação da parte de Jesus por causa da cidade de Jerusalém, seu povo, que haveria de perecer, de morrer, porque não aceitara os profetas que lhes fora enviado, nem mesmo sua própria palavra (Lc 13.31-35; 19.41-44).
5. Certamente o mais contundente texto sobre a dimensão humana de Jesus perante a morte está registrado em João 11.1-44, que é o episódio do falecimento de Lázaro. O versículo 31 informa que os judeus consolavam a Maria, que chorava a morte de seu irmão. O versículo 33 diz textualmente: “Jesus, pois, quando a viu chorar, e chorarem também os judeus que com ela vinham, comoveu-se em espírito, e perturbou-se. Em seguida, ao chegar à sepultura de Lázaro, temos o registro da informação, conhecida como o menor versículo da Bíblia: “Jesus chorou” (Jo 11.35). Sim, é isto mesmo, diante da morte de seu amigo, que ele sabia que ia acontecer e que também sabia que iria ressuscitá-lo, ainda assim, em meio à dura realidade da perda, mesmo temporária, o filho de Deus não teve, inicialmente, outra atitude, que não o lamento, o choro.

Analisando toda a narrativa, percebemos que o pranto de Jesus é por Lázaro, pelas irmãs, pelos amigos e por todos que estavam aflitos, afinal, o sofrimento causado pela morte é de uma dimensão inigualável. O filho de Deus chora, perturba-se e é solidário com a dor daquelas pessoas.

Testemunhando aquele quadro os judeus, consternados, comentam sobre Jesus e sua relação com Lázaro: “Vede como o amava” (Jo 11. 36).
De fato, quem ama, chora, lamenta, prateia, enluta-se por causa da morte de uma pessoa querida. Isso é humano, natural, além de uma virtude cristã.

Aquele que de fato ama profunda e intensamente alguém, não pode se manter insensível diante da sua morte. Além de não ser humano nem natural – permita-me reiterar –, pode até ser um sinal de que não tem o coração tocado pela graça e a generosidade de Jesus.

Julgo ser suficiente para o escopo do presente estudo, este registro joanino sobre o choro de Jesus perante a morte, entretanto, ainda farei mais algumas menções quanto aos apóstolos e a igreja primitiva.
6. Embora ele tenha falado de sua ressurreição, os discípulos manifestaram tristeza, e até desespero, com a morte de Jesus (Lc 24.21; Jo 20.20), Madalena chorou (Jo 20.11-13) e certamente muitos outros seguidores de Jesus também.
7. Lucas registra as exéquias da discípula Tabita, no cenáculo em Jope, bem como o choro das viúvas, que testemunhavam de sua vida cristã exemplar (At 9.36-39).
8. Em outra passagem Lucas relata a despedida de Paulo da igreja de Éfeso, quando os líderes reunidos ouviram a prestação de contas do apóstolo. Em função das informações de Paulo, inclusive dos perigos que o aguardavam, a igreja chora, aos prantos, “entristecendo-se principalmente pela palavra que dissera, que não veriam mais seu rosto” (At 20.36-38). Foi a provável iminência da morte de Paulo que levou os líderes de Éfeso ao choro e à tristeza.

Por mais difícil, e mesmo indesejado que seja enfrentar o falecimento de quem a gente ama, devemos considerar o ensino do sábio Salomão, quando diz: “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens e os vivos o aplicam ao seu coração” (Ec 7.2). Luto, portanto, segundo a Bíblia, é um tempo de reflexão, de meditação, de ampliar a sabedoria, para depois aproveitarmos, mais e melhor, a vida que Deus nos dá.

APRENDER A CHORAR COM OS QUE CHORAM

Chorar com os que choram, isto é, ser solidário e companheiro de quem enfrenta dor, dificuldade, perda, luto, além de ser um elevado valor humano é uma expressa recomendação bíblica (Rm 12. 15b).

Podemos até não conseguir chorar diante da dor e do sofrimento, podemos até não conseguir verbalizar o que estamos sentindo, mas não podemos nos dar ao luxo da insensibilidade, da falta de solidariedade, da manifestação de humanidade.
Viver o luto, lamentar e chorar as pessoas que nos são queridas não é falta de fé, nem de confiança em Deus, nem ainda demonstração de falta de segurança da vida eterna.

Prantear e vivenciar o luto durante o tempo que cada um julgar adequado, não significa falta de comunhão com Deus ou desprezo pelo consolo do Espírito Santo. Estar enlutado não implica ausência de paz, de alegria verdadeira nem da segurança confortadora de Cristo. Não! Embora confiemos e creiamos que “as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm 8.18) ainda assim sofremos, choramos e lamentamos com as dores, as perdas, a separação – mesmo temporária – de quem a gente ama. É a dimensão de nossa humanidade, mesmo vivendo sabiamente a espiritualidade cristã.

Em meio ao sofrimento, embora a gente não se angustie, ainda assim sofremos a tribulação; embora não desesperados, mas ficamos perplexos; mesmo não desamparados, mas somos perseguidos; embora não destruídos, mas sofremos abatimento (cf. 2Co 4.8, 9). Este texto bíblico é de esperança, mas inverti propositadamente a ordem de sua apresentação para corroborar, honestamente, a nossa tese.

Confortados e consolados, pois “à vista do Senhor a morte de um servo dele é algo precioso” (Sl 116.15), ainda assim, humanamente, como os patriarcas, os apóstolos e o próprio Cristo, nos entristecemos, choramos e lamentamos a morte daquele a quem amanos. Mesmo conscientes da sustentação mediante a graça e a ternura de Deus.
Luto, conforme apresentamos acima, não é sinal de masoquismo nem de autocomiseração. É uma imperiosa necessidade humana e cristã.

Certamente que as pessoas têm reações diferentes diante da morte, têm maneiras diversas de enfrentar o luto, mas acredito que todos precisamos aprender a viver a dor, a saudade, a perda, que é uma realidade inexorável da condição humana, sem fugir – o que é, no mínimo, ingenuidade – para um outro estágio.

Na sociedade contemporânea, dominada pela idéia ditatorial de felicidade – muitas vezes a qualquer custo – as pessoas não toleram ou não sabem viver de outro jeito senão esbanjando uma felicidade que, na verdade, muitas vezes, inexiste, pois é fruto de máscara social, como dizem os sociólogos.

Seduzidos pela cultura do descartável, tão forte neste tempo, os seres humanos jogam fora, facilmente, um casamento, uma relação profissional, uma amizade, seus valores, tudo em nome de prestígio, poder e privilégios... Assim agindo, não concebem a idéia de honrar a memória de alguém que morreu, então também descartam completamente de seu cotidiano, de sua trajetória e até de sua memória, aquele que partiu para sempre. Os hebreus, nossos antepassados na fé, agiram de maneira muito diferente, como exemplificam os textos apresentados no primeiro tópico deste estudo.


REFLEXÕES FINAIS

Prantear e viver o tempo do luto, mais que uma necessidade terapêutica, mais que uma constatação psicológica, é um ato de sabedoria cristã, de aprendizagem bíblica, de respeito e carinho pela memória daquele que partiu. E é um tempo extremamente fundamental para que depois se possa viver, saudavelmente, um novo ciclo da vida.

Ao reverenciar aqueles que nos deixaram, não agimos com bases em certas doutrinas religiosas que sacralizam ou cultuam os mortos. Não! Ao trazer à memória aqueles a quem amamos, sobretudo quando tiveram uma vida de exaltação a Deus, fazemos nos aproximando do exemplo do autor aos Hebreus, que ao homenagear os heróis da fé, está ao mesmo tempo, glorificando a Deus, a quem todos serviram e por isso mesmo são lembrados (Hb 11.1-40).

Embora a morte não nos deva desesperar, nem mesmo nos fazer perder a lucidez, nem ainda nos destruir, mesmo assim devemos aprender a viver, com sabedoria do alto e sensibilidade humana, estes momentos.

Usando como metáfora o fato da paixão de Cristo, digo que não podemos adiantar a alegria do domingo da Ressurreição. Antes, é imperioso passarmos pela dor, o sofrimento e o choro da sexta-feira da crucificação e morte de Jesus. Sentir o vazio, a solidão, a tristeza aguda, enfim, o luto, do sábado é uma fase que não pode ser extirpada. Somente experimenta, intensa e profundamente, a alegria da renovação da vida ocorrida no domingo de Páscoa, quem não negou, mas viveu existencialmente a dor dos dias antecedentes.

Enquanto damos prosseguimento à missão de Cristo como Igreja Batista Memorial da Tijuca, creio que podemos, e devemos, concomitantemente, viver sabiamente o luto, no tempo necessário, por aquele que foi tomado por Deus no exercício do ministério pastoral de nossa comunidade. O querido, amado, inesquecível, servo valoroso do Senhor e personalidade respeitada do Reino de Deus, nosso pastor Xavier dos Santos Filho, merece todo nosso carinho e homenagem. E tudo isso glorifica a Deus, a quem ele serviu de maneira exemplar.


Pr. Clemir Fernandes